Pessoal, vou fazer uma apresentação sobre a alquimia do Marketing...Vejam detalhes no link, ficaria muito feliz em te ver em uma das unidades do SENAC. Beijo a todos,
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Eu de Novo! Alquimia do Marketing - CLIQUE AQUI!
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
sábado, 22 de dezembro de 2007
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Meus orgulhos
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Niver Nina
Não. Eu disse não. Uma, duas, cem vezes. Demorou 6 meses.
Até que um dia me vi, guiando um carro, com o Regis ao meu lado, segurando um bolinha branca. Era a Daphne Cotton Flake. Sim, ela tem muito pedigree. Certidão e tudo.
Minúscula, trêmula, e antes de chegar, regorgitou e lá se foi a camisa clara do Regis.
Ele nem se mexeu, continuou impávido segurando a pequena e frágil bolinha. A bichon frise.
Nesse dia, jantar na mãe, mas como ela será para nós, um falou, outro também, e mais outro sugeriu, até que a Clau disse: Nina. O nome dela é Nina. Nessa hora a Clau se tornou a sua madrinha. Ficou Nina. Simplesmente.
Assim a Nina chegou. E muito aos pouquinhos foi dizendo ao que veio.
Logo nos primeiros dias, já tinhamos tudo, caminha, cobertorzinho, brinquedinhos, escovinha, ossinhos, tudinho. Mas, não tinha nem mas nem porens, a disciplina era muito rígida. O lugar dela era a lavanderia, trancada. Só podia sair conosco. Foi assim por alguns meses.
Mas aquela carinha branca de olhos de jaboticaba, queria e pedia mais, aos poucos foi conquistando a cozinha, um pouco da sala, do escritório. Sempre com muita delicadeza e esperteza. Bem aos pouquinhos.
Um dia, durante uma fase muito complicada em que a Nina foi muito valente, conquistou o quarto também. E nunca mais saiu.
E assim ela reinou, sorrateiramente, em toda a casa. Uma princesinha branca. Que comanda com alegria e carinho o dia a dia desse seu reino em Moema.
Ela é adóravel, ama crianças, que a amam também, faz folia com a campainha, late pedindo água e vai para a porta na hora da comida, adora uma visita e uma companhia e rosna para quem quer tirar seu colo, quente e aconchegante. E quando dorme, bom quando dorme fica indescritível e indecifrável nas suas posições impossivelmente contorcidas.
Hoje ela fez cinco anos. De muitas felicidades, risadas, carinhos, aprendizados e superações. Eu diria que a Nina não é gente, ela é mais que gente. Ela é uma luz nas NOSSAS VIDAS.
terça-feira, 13 de novembro de 2007
OI, ON, OUT
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Essa minha amiga!
domingo, 14 de outubro de 2007
7 de outubro
Dia 7 de outubro.
Esperei tanto o dia 7 de outubro.
O Dia do Aniversário da minha mãe...
Planejava subir uma foto dela e escrever um texto lindo.
Afinal, ela ainda não estava no meu blog.
O dia 7,8,9,etc passaram.
E eu, como numas férias ou um sabático, fiquei longe do meu blog.
Por mais de um mês.
Mas as coisas mudaram.
E hoje dia 14, uma semana depois, posto duas lindas imagens, que falam mais.
Imagens com cerca de 50 anos de diferença.
Mas que tem o mesmo ar de singeleza, de terna curiosidade e de vida, boa bem vivida.
Esta é minha mãe. Dora linda.
Mudança
As coisas mudam. Ou você dá o primeiro passo ou a vida dá o primeiro e todos os outros.
Eu dei o primeiro...
Eu dei o primeiro...
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
o eixo
O feriado se foi. Tanta espera, tanta agitação, tanto trânsito. Ele se foi...
Segunda lerda, tudo meio atravancado, arrastado, meio nublado. O dia demora a sair, o sol a esquentar e as pessoas a se movimentar...É necessário um esforço maior.
O dia só começa lá pelo meio dia. E a tarde, como um renascer, tudo se coloca nos eixos. Tudo em funcionamento.
E eu penso: Que eixo me espera e eu espero? Não há espera. A vida segue, segue, segue. E é só isso.
Segunda lerda, tudo meio atravancado, arrastado, meio nublado. O dia demora a sair, o sol a esquentar e as pessoas a se movimentar...É necessário um esforço maior.
O dia só começa lá pelo meio dia. E a tarde, como um renascer, tudo se coloca nos eixos. Tudo em funcionamento.
E eu penso: Que eixo me espera e eu espero? Não há espera. A vida segue, segue, segue. E é só isso.
sábado, 8 de setembro de 2007
Dia da Independência!
7 de setembro. Independência ou morte.
Tem dias que a independência é a morte ou vice e versa.
Tem dias que a independência é a morte ou vice e versa.
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Dona Zulmira e a redação
Tenho uma imagem muito viva em minha mente:
De uniforme, saia azul escuro plissada, no meio do joelho, blusa branca de gola redonda quase engomada, meias três quartos e botinha preta (Eu usei botinha pois o pé era meio chato. Muito chato, né?). Os cabelos em chiquinha amarrados com fita de cetim branca.
No fim da sala, na última carteira, daquelas que são uma única peça: mesa-cadeira, com buraco para tinteiro. Colégio de freiras, antigo como as próprias.
A Dona professora, acho que era Zulmira, chamava um a um, pelo nome, bem pronunciado. Entregava a redação, dever de casa da última aula. Fá-bio, Ce-cil-ia, Mi-riam até Lu-ci-a-na.
Levantei um pouco trêmula, fui até o quadro negro, subi o degrau em direção a professora, que era quase mais alta que a própria lousa. Ela me entregou a folha. Estava escrita da primeira a última linha em azul e no topo duas palavras em vermelho. Igual a cor das minhas bochechas neste tipo de situação. Naquele instante, um destino foi selado.
Ela me disse: "Muito bem, sua redação está boa, sem erros de gramática. Mas, da próxima vez, escreva menos. Não precisa encher a página inteira."
Até hoje eu não sei dizer se ela fez um mal ou um bem para a humanidade. Só sei que naquele momento encerrou-se a minha carreira de escritora.
Confesso que ainda cheguei a prestar jornalismo, mas o destino sórdido ou sábio, não me deixou terminar o vestibular. Fiz psicolgia, fotografia, marketing e astrologia (e segredo de quatro paredes, umas aulas de iorubá).
Hoje escrevo "envergonhadamente" aqui.
De uniforme, saia azul escuro plissada, no meio do joelho, blusa branca de gola redonda quase engomada, meias três quartos e botinha preta (Eu usei botinha pois o pé era meio chato. Muito chato, né?). Os cabelos em chiquinha amarrados com fita de cetim branca.
No fim da sala, na última carteira, daquelas que são uma única peça: mesa-cadeira, com buraco para tinteiro. Colégio de freiras, antigo como as próprias.
A Dona professora, acho que era Zulmira, chamava um a um, pelo nome, bem pronunciado. Entregava a redação, dever de casa da última aula. Fá-bio, Ce-cil-ia, Mi-riam até Lu-ci-a-na.
Levantei um pouco trêmula, fui até o quadro negro, subi o degrau em direção a professora, que era quase mais alta que a própria lousa. Ela me entregou a folha. Estava escrita da primeira a última linha em azul e no topo duas palavras em vermelho. Igual a cor das minhas bochechas neste tipo de situação. Naquele instante, um destino foi selado.
Ela me disse: "Muito bem, sua redação está boa, sem erros de gramática. Mas, da próxima vez, escreva menos. Não precisa encher a página inteira."
Até hoje eu não sei dizer se ela fez um mal ou um bem para a humanidade. Só sei que naquele momento encerrou-se a minha carreira de escritora.
Confesso que ainda cheguei a prestar jornalismo, mas o destino sórdido ou sábio, não me deixou terminar o vestibular. Fiz psicolgia, fotografia, marketing e astrologia (e segredo de quatro paredes, umas aulas de iorubá).
Hoje escrevo "envergonhadamente" aqui.
domingo, 26 de agosto de 2007
A pedidos: Meu sobrinho RICK
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Livro de Recordações
Lá pelos meus 10 anos eu tive um livro de recordações.
Ele tinha capa dura, tipo encardenada, era cor de mostarda, no centro vinha escrito em letras manuscritas, em dourado,
"Meu livro de Recordações".
Todas as meninas tinham o seu. Nele, as melhores amigas escreviam, deixavam mensagens, faziam promessas.
O primeiro desejo de qualquer menina era ser solicitada para escrever no "Livro de Recordações" das outras meninas. Um privilégio. O fato era medida de popularidade, de amizade, de reconhecimento. E, em quantos mais livros se escrevia, mais reconhecida se tornava a autora.
Mas não era fácil ser escolhida, tinha que provar que era amiga de verdade. E, não podia ser qualquer uma a escrever no seu livro, tinha que ser especial. Amiga de coração, de verdade verdadeira, eterna. E isso era seguido a risca. Por todas, não valia enganação e nem mentira. Todas sabiam. Era assim.
Depois do primeiro desafio - a escolha, vinha o segundo, o mais díficil. As vezes iam-se dias de preparo, de pesquisa, de ansiedade. O dilema: Como se expressar, em uma simples página, de forma a demonstrar a enorme amizade e carinho que se tinha para com a dona do Livro de Recordações. E, mais secretamente, como mostrar que você, que escreve, é muito bacana, criativa e amiga fiel para todo o sempre.
Tudo era muito cuidado: Valia rimas, versos, desenhos, dedicatórias, declarações, decalques, inventivas, até poesia concreta...A única regra: seja mais criativa e autêntica que as autoras anteriores. Mostre singelamente a sua imensa e profunda amizade e apreço pela dona do livro.
O desejo era eternizar aquilo que sempre diziamos com a maior crença e sentimento deste mundo: "Você é e será minha amiga para toda a vida."
E eu, não fugindo a regra, disse para a Verinha, Sylvia, Diana, Cecilia, Rita, Simone, Cice, Carmem, Claudia, Regina com a mais pura, sincera e única verdade:
Você é a minha melhor amiga, para toda a vida!
E todas elas estão presentes, belas e únicas no meu Livro de Recordações. E no meu coração. Para toda a vida. As minhas melhores amigas.
Ele tinha capa dura, tipo encardenada, era cor de mostarda, no centro vinha escrito em letras manuscritas, em dourado,
"Meu livro de Recordações".
Todas as meninas tinham o seu. Nele, as melhores amigas escreviam, deixavam mensagens, faziam promessas.
O primeiro desejo de qualquer menina era ser solicitada para escrever no "Livro de Recordações" das outras meninas. Um privilégio. O fato era medida de popularidade, de amizade, de reconhecimento. E, em quantos mais livros se escrevia, mais reconhecida se tornava a autora.
Mas não era fácil ser escolhida, tinha que provar que era amiga de verdade. E, não podia ser qualquer uma a escrever no seu livro, tinha que ser especial. Amiga de coração, de verdade verdadeira, eterna. E isso era seguido a risca. Por todas, não valia enganação e nem mentira. Todas sabiam. Era assim.
Depois do primeiro desafio - a escolha, vinha o segundo, o mais díficil. As vezes iam-se dias de preparo, de pesquisa, de ansiedade. O dilema: Como se expressar, em uma simples página, de forma a demonstrar a enorme amizade e carinho que se tinha para com a dona do Livro de Recordações. E, mais secretamente, como mostrar que você, que escreve, é muito bacana, criativa e amiga fiel para todo o sempre.
Tudo era muito cuidado: Valia rimas, versos, desenhos, dedicatórias, declarações, decalques, inventivas, até poesia concreta...A única regra: seja mais criativa e autêntica que as autoras anteriores. Mostre singelamente a sua imensa e profunda amizade e apreço pela dona do livro.
O desejo era eternizar aquilo que sempre diziamos com a maior crença e sentimento deste mundo: "Você é e será minha amiga para toda a vida."
E eu, não fugindo a regra, disse para a Verinha, Sylvia, Diana, Cecilia, Rita, Simone, Cice, Carmem, Claudia, Regina com a mais pura, sincera e única verdade:
Você é a minha melhor amiga, para toda a vida!
E todas elas estão presentes, belas e únicas no meu Livro de Recordações. E no meu coração. Para toda a vida. As minhas melhores amigas.
Livro de Recordações I - Homenagem a Diana
Transcrevo no meu blog, meu livro atual, a recordação deixada pela Diana pelos idos dos 7 anos:
Linda
Uva
Carinhosa
Inteligente
Amorosa
Namoradeira
Agitada
Livro de Recordações II - Homenagem a Rita
Transcrevo a rima e seus desenhos feitos pela Rita naquele tempo de recordações.
domingo, 19 de agosto de 2007
A Toty esta na VEJA

A Toty trabalhava na agência. Um dia resolveu fazer teatro. Foi para um curso no TUCA - PUC (Saudades da PUC!...). De vez em quando vinha falando umas coisas diferentes: "A sincronicidade de Jung"...
Ela sempre foi engraçada, caricata..Nas apresentações para os clientes "fazia teatro". Todos amavam...
Um dia virou real, não era mais no curso, era na vida...Toalete!
E na estréia lá estava ela, linda, esguia, preenchendo todo o palco...Que presença.
E hoje mais uma surpresa - Toty na Veja - um gostinho para vocês. Ela de vermelho, em cena! Vale a pena ver. E rir!
E eu seu que a verei no cinema, no teatro e na TV - na Globo, claro. Toalete é só o começo.
Para quem for: Teatro Gazeta. Avenida Paulista, 900, 3253-4102, Metrô Trianon-Masp. Sexta, 21h30; sábado, 21h; domingo, 18h. R$ 40,00 (sex. e dom.) e R$ 50,00 (sáb.). Bilheteria: 14h/20h (ter. a qui.); a partir das 14h (sex. a dom.). Até 18 de novembro. Não deixe de assistir.
Ela sempre foi engraçada, caricata..Nas apresentações para os clientes "fazia teatro". Todos amavam...
Um dia virou real, não era mais no curso, era na vida...Toalete!
E na estréia lá estava ela, linda, esguia, preenchendo todo o palco...Que presença.
E hoje mais uma surpresa - Toty na Veja - um gostinho para vocês. Ela de vermelho, em cena! Vale a pena ver. E rir!
E eu seu que a verei no cinema, no teatro e na TV - na Globo, claro. Toalete é só o começo.
Para quem for: Teatro Gazeta. Avenida Paulista, 900, 3253-4102, Metrô Trianon-Masp. Sexta, 21h30; sábado, 21h; domingo, 18h. R$ 40,00 (sex. e dom.) e R$ 50,00 (sáb.). Bilheteria: 14h/20h (ter. a qui.); a partir das 14h (sex. a dom.). Até 18 de novembro. Não deixe de assistir.
sábado, 18 de agosto de 2007
Simples assim
Um único "au" da cozinha, significa "quero água"
Uma pata no seu braço, significa "carinho na barriguinha"
Uma corrida com bicho na boca, significa "vamos brincar"
Um olhar de cabeça torta na porta, significa "e eu não ganho?"
Latidos ao som do interfone, significa que "chegou visita"
Sentada ereta no pé da cadeira, significa "me pega"
Uma mexida pra cá outra pra lá significa "Ai que sono, vou dormir!"
Por quê será que complicamos tanto o que é simples assim?
Uma pata no seu braço, significa "carinho na barriguinha"
Uma corrida com bicho na boca, significa "vamos brincar"
Um olhar de cabeça torta na porta, significa "e eu não ganho?"
Latidos ao som do interfone, significa que "chegou visita"
Sentada ereta no pé da cadeira, significa "me pega"
Uma mexida pra cá outra pra lá significa "Ai que sono, vou dormir!"
Por quê será que complicamos tanto o que é simples assim?
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Os significados
Eu sempre me interessei por genealogia, etimologia, o significado e os símbolos de família, dos nomes e sobrenomes. De certa forma, o DNA da história de cada pessoa. O meu DNA histórico.
Esses dias descobri que o estudo do signifado dos nomes chama-se antroponimia. ( é óbvio!)
Descobri que os Cotrins brasileiros são oruindos de Ferreira do Zêzere em Portugal. Acima, um dos solares da família Cotrim em Portugal. Em meados de 1700 vieram para o Brasil e se alojaram na Bahia, Rio de janeiro e interior de São Paulo. O ramo da minha família é da Bahia.
Alguns estudos apontam ainda que os Cotrim portugueses são oriundos dos ingleses das famílias Cottrell e Catterall, mais precisamente de James Cottrell ou Catterall. Ele era o Mordomo-mór da rainha Felipa até sua morte em 1415. Precedente a ele, há registros de Edmund, Duque de Cambridge, em uma expedição ao sudoeste de France e na fronteira espanhola em 1381. James trocou seu nome para Jaime Cotrim em Portugal.
Dizem ainda que o nome se origina na palavra inglesa county (interior).
Em Portugal o nome é associado a um Peixe típico do país, além de ter sido o nome de uma Moeda Portuguesa de Ouro e Prata no tempo de D. Afonso V.
Tratando-se de uma famíla tradicional, possuia um brasão, que guardava semelhanças aos brasões das famílias inglesas.
Existem estudos que ja desvendaram a genealogia dos Cotrins até os dias de hoje. Não é louco? Minha ascendência de 700 anos.
COTRIM
COTREALL
CATTERALL
Esses dias descobri que o estudo do signifado dos nomes chama-se antroponimia. ( é óbvio!)
Descobri que os Cotrins brasileiros são oruindos de Ferreira do Zêzere em Portugal. Acima, um dos solares da família Cotrim em Portugal. Em meados de 1700 vieram para o Brasil e se alojaram na Bahia, Rio de janeiro e interior de São Paulo. O ramo da minha família é da Bahia.
Alguns estudos apontam ainda que os Cotrim portugueses são oriundos dos ingleses das famílias Cottrell e Catterall, mais precisamente de James Cottrell ou Catterall. Ele era o Mordomo-mór da rainha Felipa até sua morte em 1415. Precedente a ele, há registros de Edmund, Duque de Cambridge, em uma expedição ao sudoeste de France e na fronteira espanhola em 1381. James trocou seu nome para Jaime Cotrim em Portugal.
Dizem ainda que o nome se origina na palavra inglesa county (interior).
Em Portugal o nome é associado a um Peixe típico do país, além de ter sido o nome de uma Moeda Portuguesa de Ouro e Prata no tempo de D. Afonso V.
Tratando-se de uma famíla tradicional, possuia um brasão, que guardava semelhanças aos brasões das famílias inglesas.
Existem estudos que ja desvendaram a genealogia dos Cotrins até os dias de hoje. Não é louco? Minha ascendência de 700 anos.
COTRIM
COTREALL
CATTERALL
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
À procura
Eu sempre estive à procura...Quando criança, estive à procura dos pais, mesmo nos fantasmas nas noites quentes, nos sábados com estórias assombradas, e nos corredores escuros...o alento vinha no calor da resposta ao chamado de mãe, ou na balinha do restaurante da noite desábado ou até na luz acesa da cozinha. O alento vinha...
Quando adolescente procurei Deus, na instituição da igreja católica e, por essa via encontrei a Teologia da Libertação e os camponeses do interior de São Paulo, e ainda na CNBB - Conferência dos Bispos do Brasil - lindo lugar/ linda retórica - mas esse era meio Deus...
Continuei procurando - nos tipos, nas experiências, na falta de limite...da noite, da viagem, das drogas até estar na ambulância e perceber que Deus e o mundo perpassam tudo isso e mais que isso, tudo está na essência. Então aprendi o ser mundano.
Então procurei o outro, o amor incomensurável pelo semelhante, pelo sexo oposto, pelo entendimento filosófico, o outro idealizado, inalcansável, a vida e a morte. Fui para a Psicologia. A Psicologia de Freud, Jung, Melaine Klein e Lacan e, por fim, encontrei não o outro, mas eu mesma projetada no outro. A procura básica. O ser.
A procura continua. Além d'Eu mesma. Não sou o outro. Quem é o outro? O ser igual, o ser diferente. Fora os tabus. Fora os pesos cristãos. Fora a culpa...E viva a liberdade, a cultura, a expressão. O outro é arte. A arte de viver. Dali, Momix, Thelonius Monk, Bergman, Festival de Jazz, Mautner, André Breton, dadaísmo, Sartre, Vermeer, Escher e tantos outros. O mundo criativo. O ser criativo e curativo. A possibilidade do outro.
O "outro" dia...Até amanhã.
quarta-feira, 6 de junho de 2007
Eu só quero chocolate!

TODA NOITE.... CHOCOLATE
Acabei de comer dois quadradinhos de Nestlè Classic, uma bolinha com recheio de macadâmia e um bombom de licor! AH! Mas hoje é véspera de feriado. Hoje pode.
Toda noite, é invariável! Pelo menos um quadradinho...
Depois de degustar essa delícia, a culpa, mas por quê? Será que estou de TPM (primeiro pensamento em qq dia do mês)? Será que minha serotonina é baixa, então preciso compensar? Será que é o açúcar?
Ai vem o pensamento compensatório: Mas como o chocolate amargo! Descobriram que faz bem para o coração! Ai, ai.
E ai conclusão mor: E o prazer! Não seja escrava de nada. Faça essa indulgência para você. Você merece. Afinal o que é um pequeno pedaço de chocolate....

Vou dormir satisfeita! E amanhã a noite, adivinha.
Dois - Por que "pendulamos" tanto e por tão pouco?
segunda-feira, 4 de junho de 2007
Ensinar é tudo de bom 2
Esta deve ser a décima ou mais turma de "Marketing Promocional".
Essa foi demais:
Na aula de "Merchandising" combinamos chegar mais cedo. Uma hora mais cedo no sábado!
Eles montaram um grande cenário com todo tipo de material, muitas peças, desde de um pequenino wobler até um enorme display de 2X1m, passando por infláveis, móbiles, etc. Foi muito lindo....

E como se não bastasse ainda levaram o gerente de visual merchandising do Wal*Mart para uma apresentação de seu trabalho. Não seria melhor, se fosse profissional.
É muito emociante e gratificante ver entusiastas e batalhadores como eles...
Ensinar é tudo de bom!

Este grupo é o primeiro do novo curso Marketing e Comunicação com o Mercado.
Eles são bem bacanas pois são pessoas muito diferentes:
dois adolescentes que querem ver se é isso mesmo que irão escolher como carreira.
uma advogada que quer mudar de carreira
uma marketeira da indústria que quer subir na carreira
outra marketeira do varejo que também quer subir na carreira
um jornalista que quer ajuda na sua carreira
e um que quer se achar em uma carreira
segunda-feira, 7 de maio de 2007
Primeiro foi o número 11

O 11º ano de casamento completado no 1º de maio. O dia deste. O início.
O número 11 é o da sorte.
Começou na pré escola quando a irmã Alice, minha professora, disse que ia ter um sorteio, acho eu. Não me lembro muito bem.
O que me lembro fortemente é que na hora do recreio, ia de um lado para o outro, pensando, concentrando, as marias-chiquinhas acompanhavam meus passos, os olhos fechavam com toda a força, eu queria muito.
Eu queria muito ganhar aquele lindo elefante cor de rosa inflável.
Era um sonho. Eu tinha que ganhar. Eu queria muito ganhar.
Na minha mão fechada, com muita força, aquele pedaço de papel quase se desfaz, mas está lá o número que me traria a alegria esfusiante e inebriante.
Quando a irmã Alice disse o número 11 a minha lembrança corta, pula para a cena de vencedora.
O elefante cor de rosa inflável em minhas mãos. Quase maior que eu, tinha que abracar até juntar as 2 mãos para conseguir segurá-lo.
E chegou a hora, o sinal toca e todas as crianças saem de suas cadeiras, formam a fila para irem para o portão encontrar as mães. Esse trajeto estará sempre gravado em detalhes na minha memória. Foi a glória...
Como sempre fui uma aluna alta, meu lugar na fila sempre foi o penúltimo ou ante-penúltimo. Eu nunca era a primeira, mal saia nas fotos, ficava mais tempo na escola, e etc.
Mas naquele dia, eu fui orgulhosa, com postura reta, ereta, alta, com as chiquinhas balançando....no primeiro lugar da fila.
De um lado, agarrava o meu maravilhoso prêmio, quase do meu tamanho, o elefante cor de rosa inflável.
E do outro lado, dava a mão para a irmã Alice, talvez tenha sido a primeira e a única vez...
Aqueles 2 minutos até o portão, na verdade foram duas horas para mim.
E quando chegamos foi o êxtase, todas as mães olhavam para mim e para o MEU elefante cor de rosa inflável.
Aquele dia era eu, eu era para todos aquele dia.
Desde desse dia o número 11 tornou-se meu número da sorte.
quarta-feira, 2 de maio de 2007
E aqui tudo começou!
Luciana por mim mesma ou moema71
O quanto eu mesma virtualmente sou moema 71? Moema 71 é originário da casa, da minha casa. 71/761/176.....Moema.
Logo que pensei isso, me lembrei da infância...
176, 671 fugiram da cadeia sem ficar nenhum.
OS IRMÃOS METRALHA.
Não que a casa seja a cadeia, muito pelo contrário, ela é a liberdade do meu mundo. Onde só lá eu só sou eu mesma...
Mas que tenho muito de irmãos Metralha, vá lá, eu tenho mesmo. Pelo lado engraçado, ingênuo e trapalhão. Quase criança... sem sacanagem nem maldade. E assim se inicia Moema71, luciana por você mesma.
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